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sábado, 17 de setembro de 2016

Comunidade muçulmana comemora Festa do Sacrifício com bolo em formato de bode invés de sacrificar o animal

Bolo de 5 kg com imagem de bode

Bakr Eid, também conhecido como Eid al-Adha ou Festa do Sacrifício, é um feriado que muitos muçulmanos celebram nos dias 11 e 12 de setembro Festas para esse feriado incluem orações especiais e a troca de saudações, alimentos tradicionais e... o sacrificio de uma cabra .  Assassinar uma cabra parece bárbaro e arcaico, especialmente para uma cerimónia onde provavelmente haverão paticipantes de todas as idades. 
Acontece que Muslim Rashtriya Manch, um grupo muçulmano em Andwah, Índia, sentiu o mesmo e decidiu acabar com o sacrifício de cabra e celebrar um Eid sem sangue" esse ano.


Decisão deste grupo muçulmano pode parecer pequeno em escala, mas passa uma grande mensagem . Raees Khan, um dos líderes da cerimônia, disse à Indian Express que o gesto foi uma mensagem para a sociedade que este festival é capaz de mais compaixão do que ele exibiu no passado. Outro líder, Hasan Kausar, reiterou pensamentos de Khan, dizendo que o Bakr-Eid pode ser comemorado também pelo corte de um bolo assim como as pessoas comemoram nascimentos (aniversários). O festival Bakr-Eid espalha uma mensagem de humanidade. "Esperamos que outros grupos que celebram o Eid sejam inspirados por esta história de misericórdia e de empatia e sejam encorajados a fazer o mesmo em seus próprios festivais no próximo ano.



sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Universidades canadenses abandonam o uso de animais nos cursos de medicina


Mais duas universidades canadenses concordaram em parar de usar animais vivos no treinamento de estudantes de medicina, marcando o fim desta prática no país, afirmou o principal grupo médico de direitos dos animais, que impulsionou a campanha para a mudança.
Médicos e outros residentes de trauma da Universidade de Sherbrooke e do Hospital do Sagrado Coração, ambos em Québec, começaram a praticar em simulares computadorizados da fisiologia humana, ao invés de utilizarem porcos e cachorros, relatou o canadense “National Post”.
Isso significa que nenhuma das 22 universidades canadenses e hospitais que ofereciam o curso avançado de suporte ao trauma usará animais a partir de agora, disse o médico John Pippin, relações públicas do Comitê Médico para uma Medicina Responsável, de Washington. No último ano, o uso de animais no treinamento de estudantes de medicina quase cessou, ele disse.
“Nós estamos confiantes que o Canadá, Deus os abençoe, está tomando o rumo certo”, disse Pippin.
O Comitê também apoia dietas veganas e vegetarianas, pesquisas mais éticas e humanas e pelo fim do uso de animais no estudo médico e na educação. Embora eles tenham conexões com o PETA, o grupo baseia seus argumentos mais em termos de uma saúde e ciência melhores, do que no que é bom para os animais.
As mudanças nos cursos de trauma foram controversas, embora a Universidade de McMaster em Hamilton ter cessado o uso de animais no ano passado, queixando-se que muitos estudantes acharam os simuladores uma má escolha e que a política só mudou após pressão das associações estado-unidenses.
As universidades de veterinária também disseram que as condições em que os porcos viviam – incluindo o uso de anestésicos pelos estudantes enquanto eram operados e o seu assassinato após a retomada de consciência – eram muito mais humanos do que a matança para alimentação humana.
A Universidade de Sherbrooke foi pressionada pelo Comitê a abandonar o uso de animais no treinamento de estudantes, mas só optou pelo uso dos simuladores após as mudanças feitas em outras universidades, disse o médico Pierre Cossette, professor da Universidade de Sherbrooke.
“É o melhor jeito, falando em termos educacionais, de se ensinar e de se aprender”, ele disse. “Para nós, era muito fácil… o fato de isso ter ajudado a salvar muitos animais foi uma boa coisa.”
Não só os simuladores – bonecos sofisticados ligados a um computador – mimetizam a anatomia humana, mas eles também providenciam um feedback eletrônico para que os residentes saibam o resultado de seu trabalho, disse Cossette.
Uma série de estudos que pesquisaram a opinião dos residentes sugeriram que os simuladores são ao menos uma boa alternativa aos animais vivos. Um estudo da Força Aérea Estado-unidense publicado neste ano, entretanto, mostrou que os residentes que treinaram em animais tiveram mais vantagens de aprendizado do que os estudantes que treinaram em simuladores.
O Comitê está apostando em um objetivo que é exponencialmente mais controverso do que o primeiro: acabar com o uso de animais em toda a pesquisa médica.

Fonte: ANDA

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Cientísta prova que existem alternativas à experimentação animal

Cultura in vitro de células respiratórias
humanas. (MucilAir, Epithelix)
Para a maioria dos pesquisadores, testes em animais é um mal necessário. Uma opinião não compartilhada por Ludovic Wiszniewski. O cientista demonstrou que existem alternativas.
Diretor executivo da start-up de biotecnologia Epithelix, Ludovic Wiszniewski, é o primeiro pesquisador a ter conseguido manter o epitélio respiratório humano vivo, in vitro, por mais de um ano.
Uma inovação que fez com que sua empresa, com sede em Genebra, recebesse vários prêmios internacionais, entre eles o Prêmio da Fundação W. A. Vigier do início de 2011, concedido pela Câmara de Comércio e Indústria Franco-suíça.

swissinfo.ch: Em 2010, o número de animais submetidos a experiências aumentou quase 8% na Suíça, em relação a 2009. Um desenvolvimento um tanto surpreendente, não?
Ludovic Wiszniewski: Não, não realmente. Recentemente, surgiram novas empresas que praticam a experimentação animal. Por seu lado, as grandes empresas farmacêuticas também intensificaram suas pesquisas, já que muitas patentes depositadas há mais de 20 anos estão se expirando. Adicionado a isso, também tem o aumento do número de experiências transgênicas realizadas em animais nos laboratórios das universidades.

swissinfo.ch: A tendência observada nos últimos vinte anos estava, no entanto, em baixa. Entre 1990 e 2010, o número de cobaias diminuiu quase 40%. Quais são as razões para esta diminuição?
LW: Não é uma diminuição real em si. Há 20 anos atrás, os estudos não eram sistematicamente catalogados e, portanto, os dados não são tão precisos. E, além disso, várias empresas começaram a praticar suas experiências no exterior.
Isto é particularmente o caso da China, onde a legislação pertinente é menos severa. Também devemos reconhecer que a lei teve o efeito de reduzir as experiências com animais, particularmente através da proibição da utilização de seres vivos na área dos cosméticos, por exemplo. E, finalmente, teve o surgimento das novas tecnologias de cultura celular.

swissinfo.ch: Em um nível puramente técnico, o animal representa mesmo um bom modelo biológico para o homem?

Ludovic Wiszniewski

LW: Não. Vários medicamentos passaram nos testes feitos com animais, mas tiveram um efeito catastrófico sobre os seres humanos. Refiro-me especificamente a um produto desenvolvido para o tratamento da leucemia infantil: as crianças submetidas a este tratamento morriam mais cedo. Ou a talidomida, um sedativo anti-náusea para mulheres grávidas e retirado de venda porque provocava malformações no feto.
Também posso citar o Tamoxifeno, um contraceptivo eficaz com ratos, mas que teve um efeito contrário com as mulheres. E, finalmente, lembre-se que o resultado de um teste realizado com animais também pode depender do pesquisador. Em outras palavras, se o animal é capaz de perceber o estado de espírito do homem (nível de estresse), ele pode reagir de maneira diferente de um pesquisador para outro.

swissinfo.ch: Mas a história da medicina não é feita só de exemplos negativos…
LW: Sim, em algumas áreas, as experiências com animais têm sido úteis. Na cirurgia, por exemplo, onde os médicos podem operar em cobaias antes de intervir em um ser humano. Ou ainda, com a insulina, descoberta em cães e inicialmente isolada em porcos. Deve-se enfatizar, no entanto, que o conhecimento e os instrumentos atuais eliminam a necessidade de experimentação com seres vivos.

swissinfo.ch: Então, por que continuamos a usar animais?
LW: Há várias razões para isso. Primeiro, a lei exige. Antes de se comercializar um produto farmacêutico ou químico, deve-se avaliar o seu grau de toxicidade. No entanto, como eu disse, as reações observadas em animais podem ser diferentes das do homem.
E depois há também o peso das publicações científicas. Muitas revistas exigem que os testes em animais sejam realizados. E para o cientista, o sucesso do seu trabalho está diretamente relacionado com o número de publicações… É um modelo antigo que persiste especialmente com as experiências genéticas.

swissinfo.ch: Quais são as alternativas às experiências com animais?
LW: Primeiro, tem as culturas in vitro de células humanas. Podemos cultivar células ou induzir uma diferenciação, colocando-as em condições semelhantes às presentes no corpo humano. Assim, somos capazes de desenvolver mini pulmões.
E depois, há um modelo ex vivo: em vez de sacrificar dez animais para uma experiência, usa-se apenas um, o órgão escolhido é cortado em dez partes e aí se passa ao teste. Por fim, há também modelos de computador (in silico) que permitem previsões sobre toxicidade.

swissinfo.ch: Será que um dia um órgão humano inteiro poderá ser criado… num tubo de ensaio?
LW: O maior desafio está relacionado com a duração de vida das células. Fora do corpo humano, é possível mantê-las vivas entre 3 a 4 semanas, ou seja, um período insuficiente para reconstruir um órgão. Nós mesmos conseguimos mantê-las vivas por um ano. Se o desenvolvimento de materiais de suporte for confirmado, estou convencido de que poderemos recriar órgãos completos.

Casos de espíritos do livro A desencarnação dos Animais

O livro "A DESENCARNAÇÃO DOS ANIMAIS" é psicografado pelo espírito do veterinário Fabrício, que desencarnou na década de 70 e cont...